A maturidade no uso de IA em engenharia não está no modelo que você usa. Está na qualidade do sistema que você constrói para desconfiar dele. 💡
Hoje eu gasto mais tempo projetando o processo do que escrevendo prompts. Um agente implementa, outro tenta quebrar a solução, outro valida os testes e outro questiona as premissas. O objetivo não é obter consenso entre agentes, mas criar um pipeline onde qualquer conclusão precisa ser sustentada por evidências. Tudo rastreado end-to-end.
Um teste passando não significa que o software está correto — muitas vezes significa apenas que o teste é ineficaz. Por isso, deixei de perguntar "o teste passa?" e passei a perguntar "o que esse teste consegue reprovar?". Essa simples mudança de perspectiva eliminou mais falsos positivos do que qualquer ajuste de modelo.
Em IA aplicada à engenharia e arquitetura de softwares existe uma máxima: melhor que confiar, é conferir.
Vamos por mais. 🚀
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